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Abelhas Rainhas sofrem com falta de ritmo

O desempenho no primeiro semestre do ano foi arrasador. Quarto colocado na Copa do Brasil de Futebol Feminino, o Picos encantou aos torcedores. Porém, o tempo acabou sendo inimigo do time. Encerrada a competição nacional, em março, a equipe foi desmontada. Boa parte das jogadoras não permaneceu na cidade e a diretoria acabou passando por transformação, o que acabou forçando a mudança do nome do clube para Abelhas Rainhas. No primeiro jogo da Copa Piauí, o time esbouçou até uma organização tática, mas acabou pecando na falta ritmo – considerada pelo treinador José Batista crucial para a derrota para o São Paulo Star Pink por 3 a 1.   

Após a derrota, a lamentação pelo resultado ruim na estreia era visível nas expressões do treinador, que não escondeu as críticas quanto ao planejamento para o torneio estadual. Segundo ele, as jogadoras só iniciaram os treinos há 15 dias e o grupo ainda não está fechado. 

Quando acabou a Copa do Brasil, o Picos feminino se desfez. Algumas jogadoras continuaram trabalhando, mas sem o devido incentivo. Tivemos que fundar outra diretoria porque o clube da SEP (Sociedade Esportiva de Picos) não queria mais. Até eu estava afastado com outros projetos. O tempo foi curto para trabalharmos, precisamos contratar mais jogadoras. Aquelas que trabalharam na Copa do Brasil conosco chegaram agora e ainda não trabalharam – comentou.  

Franco, José Batista acredita na virada da equipe no campeonato curto, com seis rodadas antes das semifinais. A tendência, de acordo com o técnico, é que o elenco mostre sua qualidade, considerada superior do que as demais equipes.   

- É ter a tranquilidade porque tenho certeza que vai melhorar.  
O próximo adversário do Abelhas Rainhas é o Flamengo-PI. A partida acontece às 16 horas no próximo sábado, no estádio Albertão, em Teresina. 
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