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    Após título da Copa América, zagueira fala em "resgate do futebol brasileiro"

    Bruna defende as cores do São José-SP, atual campeão
    da Libertadores da América (Foto: Filipe Rodrigues)
    O ano que passa é para seleção brasileira esquecer. O 7 a 1 para a Alemanha marcou. Para tentar "salvar" 2014, a seleção feminina buscou não só o título da Copa América no fim de semana. O objetivo também foi o de resgatar a arte do futebol brasileiro e o respeito pela Amarelinha. Capitã do Brasil na conquista, a zagueira Bruna Benites está com o sentimento de dever cumprido. Mas admite que só cresce a responsabilidade pela Copa do Mundo de 2015, no Canadá, e também pelas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.
     A pressão pelo futebol brasileiro, como num todo, é muito grande neste ano. A derrota na Copa do Mundo, depois vieram comparações pelo 5 a 1 no sub-20 feminino (derrota do Brasil para Alemanha no Canadá). A comparação é absurda. Salários, estruturas, exposição, absurda a diferença. Isso tudo, claro, mexeu com a gente. Sabíamos que nossa responsabilidade era pelo resgate do futebol brasileiro, resgatar o orgulho de todos por nossa camisa. E graças a Deus deu tudo certo - comentou a atleta, que defende as cores do São José, no interior de São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro.

    Aos 28 anos, a atleta  reconhece a importância da principal estrela do futebol feminino brasileiro. Marta não foi liberada pelo FC Rosengard, da Suécia, para disputar a competição no Equador. A expectativa é que a camisa 10 retorne ao grupo para as próximas competições.

    - Ela (Marta) é diferenciada, uma jogadora única. Ninguém chega ao nível dela. Mas temos a consciência de que o futebol é coletivo. Ter ela é importante, mas dentro de um sistema coletivo e sem colocar toda a responsabilidade nas costas de uma atleta apenas - comentou.

    Benites é só elogios à nova comissão técnica do futebol feminino. Oswaldo Alvarez, o Vadão, assumiu o grupo no lugar de Márcio Oliveira. Vindo do futebol masculino, o comandante virou um "paizão" para as jogadoras e construiu a "Família Alvarez".
    - O Vadão trouxe uma nova filosofia de trabalho do futebol masculino. Ele não nos conhecia e isso foi bom. Nosso time ficou mais ofensivo. Fizemos 22 gols na Copa América. Ele acredita muito no trabalho e criou um ambiente familiar. Toda a comissão técnica trata as jogadoras como filhas mesmo - elogiou.

    Apesar do título conquistado, a capitã da seleção feminina descarta o rótulo de "favoritas" para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. A expectativa é surpreender, seguindo com o "resgate da Amarelinha".

    - A palavra é trabalhar. E não ter medo de ninguém. Os favoritos são Alemanha, EUA, Japão, França, mas todos sabemos que quando o Brasil entra em uma competição ele preocupa. Mesmo em crise, a seleção brasileira é sempre uma força de destaque no futebol internacional - opinou a jogadora.

    Via G1
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