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    A resenha após o jogo

     Foto: Fernando Torres / CBF
    Termina o amistoso da Seleção Brasileira Feminina contra a França, em Le Havre. O time sai de campo e, ainda no túnel de acesso ao gramado, as jogadoras falam sobre os lances determinantes para o resultado adverso de 2 a 1. Elas entram no vestiário e a resenha continua: quem deveria estar marcando naquele lance? Seria melhor tocar a bola ou chutar? O meio-campo estava congestionado...
    O papo segue na sala do analista de desempenho Ricardo Pombo, que acaba de chegar da parte superior do Stade Océane. De lá, ele gravou toda a partida. As jogadoras entram e pedem para assistir aos gols da França. Uma observação aqui, outra correção ali. O coordenador técnico Fabrício Maia junta-se ao grupo e orienta: “Esse contra-ataque deveria começar pelo lado. O meio tava muito cheio”.
    Vadão e o auxiliar Vaguinho chegam. O treinador revê os principais lances e elogia Poliana no lance do gol brasileiro: “Ela subiu bem, na segunda trave, por trás das zagueiras altas da França”. Quase uma hora se passa e a equipe ainda está debatendo o jogo no vestiário. O preparador físico Fábio Guerreiro destaca: “Nossa condição estava melhor no segundo tempo e conseguimos pressionar”.
    Marta recebe a visita de duas jogadoras francesas, na porta do vestiário. As jovens pedem e ganham camisas da craque brasileira. Ela aproveita que Pombo está com as imagens do jogo em seu notebook e vê um dos momentos cruciais para o resultado. No fim da partida, a meia invadiu a área e foi derrubada pela defensora francesa. A imagem é clara e mostra o pênalti: “Eu ia fazer o gol. A zagueira não toca na bola. Só me atropela. Olha ali. A bola nem se mexeu”.
    Cristiane, que sofreu uma pancada na cabeça e foi substituída no início do primeiro tempo, é avaliada pelo médico Nemi Sabeh. As companheiras se preocupam e perguntam, mas ela está bem. Apenas chateada com a saída prematura.
    O coordenador da Seleção Brasileira Feminina, Marco Aurélio Cunha, entra no vestiário. A delegação se abraça, num círculo. Marta lembra que o resultado não foi o melhor, mas o time foi bem e o trabalho continua. Marco Aurélio complementa e parabeniza o grupo pelo empenho.
    – As jogadoras se importam. Querem saber o porquê de um erro pra evitar que se repita. Procuram a melhor orientação para o acerto. O jogo acaba, mas elas querem ver os vídeos, conversar sobre posicionamento, debater sobre o que aconteceu. Isso é fantástico e valoriza ainda mais o trabalho – afirmou o coordenador.
    Atividade até o fim do ano
    As 20 jogadoras da Seleção Brasileira Permanente, que treinam em Itu (SP), vão participar do Campeonato Brasileiro Feminino a partir da segunda fase, que começa em 30 de setembro. O draft para definir o clube por qual cada atleta vai atuar será realizado nesta sexta-feira (clique e saiba mais).
    Em outubro, a Seleção Feminina disputará dois amistosos contra os Estados Unidos: dia 21, no CenturyLink Field, em Seattle; e dia 25, no Citrus Bowl, em Orlando. No mês de novembro, jogará também duas vezes contra a Nova Zelândia. Para fechar o ano, em dezembro, tem o Torneio Internacional de Natal (RN).
    Assessoria CBF
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