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    Escola de Pinhalzinho conquista o Bom de Bola


    Após 40 partidas realizadas durante cinco dias, foram conhecidos, na manhã desta terça-feira (03), os campeões das modalidades masculina e feminina do Bom de Bola, um dos maiores campeonatos escolares do Brasil. 

     No feminino, a final entre as escolas de educação básica José Marcolino Eckert, de Pinhalzinho, e Rudolfo Luzina, de Nova Erechim, terminou em 0 a 0 e foi decidida nos pênaltis. O título ficou com Pinhalzinho.

    O jogo da final entre a Escola de Educação Básica José Marcolino Eckert, de Pinhalzinho, e a Escola de Educação Básica Rudolfo Luzina, de Nova Erechim, foi disputadíssimo e com várias possibilidades de gol, mas terminou empatado em 0 a 0. O título ficou com Pinhalzinho e foi decidido nos pênaltis, com destaque para a goleira Caroline Bidendo, 14 anos, que do alto dos seus 1,60m de altura, fez três defesas.

        “Queríamos ter decidido o jogo já no primeiro tempo, mas não deu. A partida foi muito equilibrada e o time era muito bom. Foi um sofrimento extra ter de decidir nos pênaltis, mas eu estou feliz por ter contribuído com a equipe”, explica.

    Avaliação positiva 

        A etapa estadual da 24ª edição do Bom de Bola foi prejudicada pelo mau tempo, que só deu uma trégua no último dia de campeonato, mas isso não serviu para tirar o brilho da competição. “É claro que a chuva deixou os campos pesados e prejudicou a qualidade técnica dos jogos. Entretanto temos de exaltar um projeto desta grandeza, que utiliza o esporte como auxiliar na formação humana. É este legado que fica”, considera Oswaldo Juncklaus, presidente da Fesporte.

        Coordenador do Bom de Bola em Santa Catarina, no Paraná e no Rio Grande do Sul, Luiz Carlos Fraga, reforça a proposta do projeto de incentivo à cidadania. “É muito mais do que um campeonato entre escolas que revela atletas, é um braço de responsabilidade social da Parati Alimentos, que busca fazer de cada aluno-atleta um embaixador da paz na sua escola e na sua cidade, dentro e fora de campo. Parabéns a todos que participaram desta grande festa.”

        Pela primeira vez uma cidade da Grande Florianópolis sediou a etapa estadual do Bom de Bola. Para Jeferson Ramos Batista, integrador esportivo da região, estar na Capital mostra a importância do projeto. “Estamos muito felizes por estarmos em Palhoça e temos de valorizar a participação das escolas no projeto. Os jogos foram excelentes, dentro das possibilidades do campo, prejudicados pelo mau tempo, mas satisfeitos por tudo ter sido resolvido dentro das quatro linhas”, avalia.

        Adriano Ribeiro, gerente de Participação da Fesporte e coordenador geral da 24ª edição do Bom de Bola, ressalta que o projeto é referência no Brasil e que deveria ser adotado por mais estados. “A cada ano vemos diferentes escolas se destacando e isso é importante. Gostaríamos que outras unidades da federação utilizassem este modelo para promover a educação e a cidadania”, diz.


    Bom de Bola em números 

        A fase estadual teve 18 equipes – 10 masculinas e oito femininas, com 360 alunos-atletas de Pinhalzinho, São Lourenço do Oeste, Nova Erechim, Concórdia, Luzerna, Videira, Witmarsum, Blumenau, Camboriú, Biguaçu, Laguna, Itapoá, Papanduva, Anita Garibaldi, Rio Fortuna e Palhoça.

        Em 2015 o projeto mobilizou desde as etapas municipais mais de 880 equipes em Santa Catarina – 56,8 mil estudantes de 895 escolas estaduais, municipais e particulares – de 270 cidades e 1,5 mil professores.

    Muito mais do que uma competição escolar que revela talentos do futebol, o projeto tem o objetivo de promover o esporte amador, a cidadania e a cultura de paz, transformando o campeonato em experiências de educação em tempo livre e prevenção de situações de risco e violência na vida de meninos e meninas de 12 a 14 anos, alunos de escolas públicas e particulares de Santa Catarina, do Paraná e do Rio Grande do Sul.

             Criado em Santa Catarina, em 1992, o Bom de Bola foi estendido aos gaúchos em 1998 e em 1999 para o Paraná. A partir de 2001 o projeto passou a contar com equipes femininas. Hoje é o principal braço de responsabilidade social da Parati. “Nosso objetivo, além de revelar atletas, é fazer de cada Bom de Bola um embaixador da paz na sua escola e na sua cidade, dentro e fora de campo”, considera José Paulo Teixeira, diretor-executivo do Instituto Parati e coordenador-geral do Bom de Bola.



    Campeões estaduais do Bom de Bola 2015


    Feminino

    1º lugar – Escola de Educação Básica José Marcolino Eckert, de Pinhalzinho

    2º lugar – Escola de Educação Básica Rudolfo Luzina, de Nova Erechim

    3º lugar – Educação Básica Nossa Senhora de Fátima, de Rio Fortuna 

    Palavracom
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