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ANDRESSINHA BUSCA MAIS UM TITULO SUL-AMERICANO

Créditos: Lucas Figueiredo/CBF
Nascida para jogar futebol e tendo a bola como sua melhor amiga. Foi assim que Andressa Cavalari Marchry chegou à Seleção Brasileira. Com a Amarelinha, a meia conquistou o título da Copa América de 2014. Quatro anos depois, agora com 22 anos, Andressinha vai em busca de mais uma taça sul-americana.

– Comecei a jogar quando era criança. Vendo meu pai jogar, eu me apaixonei pelo esporte. Ele sonhava em ser jogador, mas acabou não conseguindo. Acho que herdei isso dele. O futebol está na minha vida desde que eu me conheço por gente.

O talento nato fez a menina se destacar. Para a meia da Canarinho, no entanto, conquistar uma vaga na Seleção vai além da habilidade dentro das quatro linhas.

– Para alguém chegar à Seleção não basta apenas ter um bom futebol. Acredito que existam outros aspectos envolvidos como a disciplina e a responsabilidade. Coisas que eu levei sempre muito a sério e que me ajudaram bastante a chegar onde estou.

Com foco de gente grande, Andressinha foi a caçula do grupo que disputou o torneio continental em 2014, no Equador. O sexto título sul-americano do Brasil veio com cinco vitórias, um empate e uma derrota. O único revés daquela edição aconteceu contra a Argentina, mas a volta por cima diante das rivais históricas foi rápida e no momento mais importante.

– Perdemos o primeiro jogo contra a Argentina. Mas mantendo a concentração e sem se abater conseguimos responder na bola durante o quadrangular final com uma vitória inquestionável sobre elas. Nosso grupo era muito regular e jogava com alegria. Tudo que a gente queria era entrar em campo e defender a Seleção.

Agora mais experiente, a meia está entre as jogadoras que vai disputar a Copa América deste ano. A estreia da Seleção será nesta quinta-feira (5) justamente contra a Argentina. Mais uma vez a Canarinho chega para a disputa do torneio como atual campeã. A pressão pelo título existe, mas vontade e dedicação também não vão faltar.

– Estamos preparadas e prontas para nos doar ao máximo. Existe uma pressão normal, mas temos que jogar como favoritas, colocando em prática o que fazemos de melhor. É uma competição perigosa e muito importante para nós, porque se não formos bem agora, nada lá na frente vai existir – finalizou Andressinha.

Além do título, a Copa América vale vaga para as principais competições do calendário do futebol feminino nos próximos anos. Quem levar o torneio do Chile carimba o passaporte para o Mundial da França, para o Pan-Americano, ambos em 2019, e para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. 

A equipe do técnico Vadão vai em busca do sétimo título da competição, antes conhecida como Sul-Americano. Para relembrar as seis conquistas do Brasil (91, 95, 98, 2003, 2010 e 2014), o site da CBF conversou com personagens que fizeram parte da história da Canarinho no torneio.

Assessoria CBF
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